No cenário digital acelerado de hoje, as organizações dependem fortemente de sua infraestrutura tecnológica para manter as operações, garantir a segurança dos dados e melhorar a produtividade. A gestão de ativos de TI (IT Asset Management – ITAM) tornou-se uma necessidade estratégica para empresas que desejam controlar hardware, software, licenças e recursos em nuvem, ao mesmo tempo em que reduzem custos e evitam riscos de segurança.
A seguir, apresentamos uma análise detalhada das melhores soluções de gestão de ativos de TI em 2025, utilizadas por empresas líderes em todo o mundo:
1. Lansweeper
O Lansweeper é reconhecido como uma das plataformas mais avançadas para descoberta e inventário de ativos de TI. Com tecnologia de varredura sem agente, detecta automaticamente todos os dispositivos conectados à rede—computadores, servidores, impressoras, dispositivos IoT—sem necessidade de configuração manual. Além disso, gera relatórios detalhados para apoiar decisões estratégicas de TI.
Destaques: detecção automática de ativos, auditoria de licenças de software, insights de vulnerabilidades de segurança e integração com outros sistemas de TI.
2. ManageEngine
A ManageEngine oferece um portfólio completo de ferramentas de gestão de TI, e seu módulo AssetExplorer é dedicado à gestão de ativos. Ele cobre todo o ciclo de vida dos ativos, desde a aquisição até a desativação, garantindo conformidade e reduzindo desperdícios.
Destaques: gestão de contratos e licenças, rastreamento detalhado de ativos, integração com help desk e automação de processos repetitivos.
3. NinjaOne
O NinjaOne une a gestão de ativos de TI com monitoramento remoto avançado e gerenciamento de endpoints. Proporciona uma visão centralizada de todos os dispositivos, detecta problemas potenciais e permite manutenção sem interromper os usuários.
Destaques: painel de controle baseado em nuvem, alertas personalizáveis, gestão automatizada de patches e ferramentas de suporte remoto.
4. Atera
O Atera é uma solução em nuvem que integra ITAM, monitoramento remoto (RMM) e automação de serviços profissionais (PSA). É especialmente popular entre provedores de serviços gerenciados (MSPs) que precisam de uma solução tudo-em-um para gerenciar diversos clientes com eficiência.
Destaques: rastreamento de ativos em tempo real, faturamento integrado, execução de scripts automáticos e alertas imediatos para anomalias do sistema.
5. EasyVista
O EasyVista leva a gestão de ativos de TI a outro nível, com foco na experiência do usuário e na automação de processos. É ideal para empresas que desejam unificar ITAM e ITSM (gestão de serviços de TI) em uma única plataforma, acelerando a entrega de serviços.
Destaques: interface altamente personalizável, relatórios avançados, portais de autoatendimento com inteligência artificial e gestão integrada de incidentes.
6. BDRSuite Backup & Replication (Vembu)
Embora seja mais conhecido como ferramenta de backup e recuperação de desastres, o BDRSuite também é essencial para proteger ativos de TI, garantindo que dados críticos de negócios estejam sempre seguros e recuperáveis.
Destaques: opções flexíveis de backup (local, nuvem, híbrido), tempos de recuperação rápidos e criptografia robusta para proteção de dados.
Conclusão:
Investir na gestão de ativos de TI em 2025 é fundamental para obter visibilidade total sobre o ambiente tecnológico, reduzir custos, melhorar a segurança e aumentar a eficiência operacional.
Na Aufiero Informática, trabalhamos com várias dessas ferramentas líderes de mercado e podemos ajudar sua empresa a escolher a solução ideal. Entre em contato para receber consultoria especializada e conhecer nossas opções de licenciamento. Você pode consultar as condições de licenciamento de Lansweeper, NinjaOne e EasyVista na Aufiero Informática, e as especificações do fabricante estão publicadas em lansweeper.com.
Como escolher uma plataforma de gestão de ativos de TI
Comparar ferramentas de gestão de ativos de TI apenas pela lista de funcionalidades é a forma mais comum de acabar com a errada. As listas se sobrepõem quase por completo: todos os fabricantes citados descobrem hardware, controlam licenças de software e geram relatórios. O que realmente os separa é onde cada um é forte, e isso só fica visível quando você sabe qual problema está resolvendo de fato.
Comece pela descoberta. Se o seu parque inclui equipamentos não gerenciados, maquinário industrial ou dispositivos que raramente tocam a rede corporativa, a descoberta sem agente pesa mais do que qualquer painel. Se tudo está no domínio e é previsível, uma abordagem de gestão de ativos de TI baseada em agente entrega dados mais ricos com menos esforço. Errar aqui produz um inventário sempre um pouco desatualizado, e isso corrói em silêncio todos os relatórios construídos em cima dele.
Depois, olhe a inteligência de licenças. O inventário de hardware é quase uma commodity; a reconciliação de licenças de software não é. Uma plataforma que cruze instalações com direitos de uso e sinalize excesso de implantação se paga na próxima auditoria. É aí que a gestão de ativos de TI deixa de ser um exercício de inventário e passa a ser uma função de controle de custos.
Por fim, avalie a integração. Um sistema de gestão de ativos de TI que não consegue enviar dados para a sua central de serviços, o CMDB ou as ferramentas de segurança vira uma fonte de verdade paralela em que ninguém confia. Observe também a direção da integração: ler chamados é fácil, escrever o contexto do ativo dentro deles é o que muda o trabalho diário do suporte.
Uma lista curta realista raramente precisa de mais de três candidatos. Rode cada um sobre uma sub-rede real por duas semanas, conte o que ele encontra que você não sabia e observe quanta correção manual o inventário exige depois. Esse número prevê a sua experiência dos próximos três anos muito melhor do que qualquer tabela comparativa.
Erros frequentes na gestão de ativos de TI
O primeiro erro é tratar a implantação como a linha de chegada. Um projeto de gestão de ativos de TI que termina no dia em que a descoberta é ligada produz uma foto, não um sistema. Os ativos se movem, as licenças são reatribuídas e as assinaturas em nuvem se renovam por conta própria, então o inventário se degrada desde o primeiro momento, a menos que alguém seja o dono dele.
O segundo é ampliar o escopo na direção errada. É comum estender a gestão de ativos de TI a cada canto do parque antes de os dados do núcleo serem confiáveis, perseguindo impressoras e periféricos enquanto os registros de servidores e licenças ainda são corrigidos à mão. Amplitude construída sobre uma base pouco confiável multiplica o trabalho de correção em vez de agregar valor.
O terceiro é comprar pensando na auditoria e não na operação. Uma plataforma de gestão de ativos de TI escolhida só para sobreviver a uma auditoria é configurada uma vez, exportada no dia da auditoria e ignorada no resto do ano. Esses mesmos dados, conectados à central de serviços e à pilha de segurança, mudam o trabalho diário — e é daí que vem o retorno real.
Um quarto erro é subestimar o esforço de reconciliação do software. A descoberta encontra instalações; os direitos de uso vivem em pedidos, portais de parceiros e trocas de e-mail. Nenhuma ferramenta de gestão de ativos de TI reconcilia o que nunca foi registrado, então os primeiros meses costumam ser dedicados a reconstruir à mão o lado dos direitos.
Como medir o retorno da gestão de ativos de TI
Medir o sucesso pelo número de ativos descobertos é enganoso: esse número sobe sozinho e não diz nada sobre qualidade. Indicadores melhores são a proporção de registros com responsável confirmado, a fatia de instalações de software vinculadas a um direito de uso e a frequência com que a central de serviços realmente abre o registro do ativo ao tratar um chamado. Esses três dizem se a gestão de ativos de TI virou parte de como a organização trabalha ou apenas mais um painel que ninguém visita.
No lado financeiro, o retorno costuma aparecer em três frentes. A primeira é a eliminação de licenças ociosas, identificadas quando o inventário passa a cruzar instalação com uso real. A segunda é a redução do risco de auditoria, difícil de precificar até acontecer, mas concreta quando acontece. A terceira é o tempo de suporte devolvido à equipe: um técnico que já vê garantia, histórico e software instalado no próprio chamado resolve mais rápido e escala menos.
Vale também acompanhar a saúde do próprio dado. Registros duplicados, máquinas que sumiram do inventário sem baixa formal e ativos sem categoria são sintomas de um processo que perdeu dono. Uma revisão trimestral curta, que compare o inventário com a folha de compras e com o diretório de usuários, mantém a gestão de ativos de TI confiável sem exigir um projeto novo a cada ano.
Por fim, trate o ciclo de vida como parte do escopo desde o começo. Aquisição, atribuição, manutenção, realocação e descarte são etapas em que o dado nasce ou morre. Uma gestão de ativos de TI que só observa o meio do ciclo acumula registros de equipamentos que já saíram da empresa, e é exatamente esse resíduo que faz o inventário perder credibilidade diante da diretoria.


